Cria- te sujeito, uma vez estando entre a cruz e a espada, transforma o ácido dissolvido em pétalas. Rejubile a alegria na primeira estância, notícia ou no último olhar, de forma que possa até ser o próximo primeiro, ainda que possa, nunca que deva.
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Ajeita os óculos de forma a enxergar a sacola do serviço uma revista qualquer que lhe tome o resto da tarde, retoma ao horizonte fresco e para quando lhe vem ao nariz os primeiros traços de dama da noite cultivada sob meia-sombra, isolada e questiona: minha coerana, quanto frio suportaste?
Na hora de ir, retoma o caminho mas deixa algo além do arbusto de aroma inebriante, fica desta vez a omissão, leva um pouco de saudade pra matar os caminhos e o aroma de cor, pra que seja eterno. Ainda que esconda de si os bolsos cheios de essência, creme-esverdeadas, mirradas. Rompe a aurora em direção contrária a estação e atravessa a rua. Hoje ele estará feliz em vê-la.
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